“OH, Mãe, eu vou ser padre!”
Olá! Antes de falar da nova etapa de vida de Pe. Antônio, de quando ele deixa a Freguesia de José Pedro e vai para Santo Antônio do Grama, atendo à solicitação de um dos meus leitores que pergunta sobre quando Pe. Antônio sentiu o chamado do Mestre. E você, que temPadre Antônio de Urucânia, a sua bênção, sabe que no capítulo 4 falo a respeito, mas é importante informar aos que ainda não adquiriram o livro e nos acompanham aqui. Por via das dúvidas, lembro que os meus contatos estão logo no cabeçalho deste espaço.
Quando o menino Antônio Ribeiro Pinto foi para a escola em Abre Campo para o aprendizado das primeiras letras, logo a mãe e tios perceberam que ali podia haver uma vocação. O Seminário em Mariana veio à lembrança, mas como fazer sem recursos financeiros até mesmo para continuar estudando? E foi ali em Abre Campo, conforme depoimento do Sr. João Silva, de Urucânia, que, certo dia, o menino disse à mãe de criação: “Oh, mãe, eu vou ser padre!” E então Maria Antônia passou a se preocupar ainda mais com a instrução dele, fazendo inclusive uma campanha no sentido de conseguir recursos para o enxoval que ele teria de levar, quando de seu ingresso no Seminário. Foi, então, fazer os estudos preliminares em Alvinópolis, sob orientação do Pe. Antônio Nicolau, e quem o observava via tratar-se de um futuro sacerdote. Assim, os senhores Mansur Daiher, Manoel da Cunha e outros, que já conheciam Antônio, resolveram ajudar financeiramente. Tinha Pe. Antônio, 21 anos de idade quando começou o curso preparatório em Alvinópolis. Estava já consciente das adversidades que a vida apresentava, mas, criado com carinho e para enfrentar quaisquer dificuldades, ia a tudo enfrentando com tenacidade.
Conforme expôs Bernardino Alves Mayrink, o Didino, que morou desde jovem com Pe. Antônio Ribeiro Pinto, sendo também o enfermeiro dele, “Pe. Antônio, ainda criança, quando carregava um andor de Nossa Senhora, pediu que ela fizesse dele um padre (...). Pe. Antônio tinha um amor tão grande a Nossa Senhora que, ao falar sobre ela, seus olhos brilhavam (...)” (pág. 38-39, cap. 4, 5.ed.).
Conto-lhe parte do que noticiou o jornal Times, dos Estados Unidos, ele que, a exemplo de outros órgãos da imprensa de outros países, depois mandou jornalistas a Urucânia. Informou aquele Diário: “Do interior do Brasil, no último verão, chegaram notícias de um “homem milagroso”, cujas bênçãos curam as doenças do corpo e da mente. O autor delas é um padre chamado Antônio Ribeiro Pinto (...). Para conseguir suas bênçãos, milhares de brasileiros estão viajando em trens especiais, táxis, ônibus e caminhões (...)”.
Ao terminar, neste mês que nos lembra a aparição de Nossa Senhora, em Paris, França, mais este bloco de crônicas sobre Padre Antônio Ribeiro Pinto, no qual falo também da Virgem sob o título de Nossa Senhora das Graças e a sua Medalha Milagrosa, na intercessão de quem Deus operou tantos benefícios físicos e espirituais, apresento-lhe o meu “canto” a Padre Antônio Ribeiro Pinto e a Nossa Senhora, uma Ode que está em Padre Antônio de Urucânia, a sua bênção, desde a 2ª edição.
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